Por acaso você tem um peso dentro de si, algo que lhe incomoda e que você gostaria de se livrar? Penso que não deve ser só comigo que isso acontece, mas seja lá qual for a denominação (talvez você prefira chamar de problema, obstáculo ou algo mal-resolvido), parece que esse peso é a única coisa que está impedindo a felicidade de uma vez por todas. Pois então eu tenho um recado: Pode vir, felicidade, porque acabo de pôr um ponto final nisso! Ah, não sou eu que decido? Como não, se isso está acontecendo justamente comigo? Mesmo quando não se pode mudar o rumo das coisas, pode-se mudar a maneira como as percebemos e as enfrentamos. Avise a todos que estou mudando, nesse exato minuto! Talvez isso não faça diferença para ninguém, mas certamente fará para mim. Quando eu me livrar desse peso, minha vida mudará; quando eu me livrar desse peso poderei ser feliz... Aliás, por que ainda não me livrei então? Estou dando um basta, e finalmente descansarei disso tudo. Amanhã acordarei sem dores. Amanhã o caminhão do lixo pode levar minhas angústias para bem longe, pois hoje olhei para dentro de mim e joguei fora tudo o que não presta. Você também pode fazer isso. O que está esperando?
quinta-feira, 22 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
21/07/10
Se às pessoas foi dado o dom da comunicação, por que algumas o desperdiçam falando coisas que não deveriam? Creio que magoar alguém não está, definitivamente, entre nossos direitos. A estupidez por vezes é tamanha, que chego a pensar se somos realmente todos humanos. Como é que pessoas criadas para conviver em sociedade podem não ser nada sociáveis? O egoísmo pode até salvar a própria pele em alguns momentos, mas certamente terá conseqüências, e, quase sempre, irreversíveis. As formas de se comunicar são muitas, mas as palavras não mudaram tanto, por isso uma mensagem no celular pode ferir tanto quanto uma conversa presencial, e, para economizar caracteres, escreve-se ainda mais rudemente. Até quando acham que as pessoas de bem aceitarão manter laços com quem não sabe se comunicar? É mais fácil que a boa alma se revolte e responda à altura. E então perdemos mais uma pessoa de bem.terça-feira, 13 de julho de 2010
Concurso Primeira Pauta Zero Hora

Hoje eu estava olhando os textos dos participantes, no site da ZH. Gostei tanto de um deles que vou postar aqui:
" Uma seleção de incansáveis
Álvaro Andrade - Ulbra
Terça-feira, dia útil, horário comercial. Pessoas correm aparentemente sem rumo. No Centro de Porto Alegre, uma rotina completamente alterada. Aos poucos, as ruas ficam vazias. O barulho de cornetas e buzinas se mistura ao som das transmissões de rádio e TVs espalhadas pelos prédios. A Avenida Voluntários da Pátria está em verde e amarelo. Faltam 10 minutos para o Brasil inteiro entrar em campo. O clima é de Copa.
Todos foram ao largo Glênio Peres para assistir à estreia da seleção brasileira. Gremistas, colorados, ricos e pobres: as diferenças são postas de lado em nome da torcida pela vitória. “Pra gente não muda nada, mas se eles ganham, dá orgulho, a gente fica feliz”, resume o aposentado José Selau Mengue, de 59 anos. Ele veio de São Lourenço do Sul para ir ao médico, mas não conseguiu consulta.
O remédio foi esperar uma vitória da seleção: “depois não entendem porque só o futebol é que dá alegria pro povo”, reclama. A cada lance de perigo, uma vibração em coro. Algumas chances desperdiçadas, o primeiro tempo termina, e o catador de latas sentencia: “Kaká não tá nada bem”. Ele e os outros 190 milhões de técnicos brasileiros sofrem com as dificuldades do time de Dunga nos primeiros 45 minutos da seleção na Copa da África.
O árbitro apita o início do segundo tempo. A senhora faz o sinal da cruz, outros benzem seus patuás; a menina faz figa. E parece que a fé e a mandinga do brasileiro dão certo. O gaúcho Maicon entra pela direita, chuta cruzado e está feito o primeiro gol dos pentacampeões em terras africanas. O Centro explode em êxtase e até o policial militar esboça uma recatada comemoração. Mais alguns minutos e Elano recebe um passe primoroso de Robinho. Ele amplia: 2×0. Nem o gol norte-coreano é capaz de estragar a festa, que só aumenta quando a partida acaba. Carnaval gaúcho em pleno mês de junho.
Pela décima quinta vez em 19 mundiais, o Brasil vence na estreia. Uma vitória apertada, um pouco sofrida. Não por acaso, como a rotina da maioria dos brasileiros. Isso talvez ajude a entender a grande identificação desse povo com sua seleção: a incansável luta pela vitória. "
Terça-feira, dia útil, horário comercial. Pessoas correm aparentemente sem rumo. No Centro de Porto Alegre, uma rotina completamente alterada. Aos poucos, as ruas ficam vazias. O barulho de cornetas e buzinas se mistura ao som das transmissões de rádio e TVs espalhadas pelos prédios. A Avenida Voluntários da Pátria está em verde e amarelo. Faltam 10 minutos para o Brasil inteiro entrar em campo. O clima é de Copa.
Todos foram ao largo Glênio Peres para assistir à estreia da seleção brasileira. Gremistas, colorados, ricos e pobres: as diferenças são postas de lado em nome da torcida pela vitória. “Pra gente não muda nada, mas se eles ganham, dá orgulho, a gente fica feliz”, resume o aposentado José Selau Mengue, de 59 anos. Ele veio de São Lourenço do Sul para ir ao médico, mas não conseguiu consulta.
O remédio foi esperar uma vitória da seleção: “depois não entendem porque só o futebol é que dá alegria pro povo”, reclama. A cada lance de perigo, uma vibração em coro. Algumas chances desperdiçadas, o primeiro tempo termina, e o catador de latas sentencia: “Kaká não tá nada bem”. Ele e os outros 190 milhões de técnicos brasileiros sofrem com as dificuldades do time de Dunga nos primeiros 45 minutos da seleção na Copa da África.
O árbitro apita o início do segundo tempo. A senhora faz o sinal da cruz, outros benzem seus patuás; a menina faz figa. E parece que a fé e a mandinga do brasileiro dão certo. O gaúcho Maicon entra pela direita, chuta cruzado e está feito o primeiro gol dos pentacampeões em terras africanas. O Centro explode em êxtase e até o policial militar esboça uma recatada comemoração. Mais alguns minutos e Elano recebe um passe primoroso de Robinho. Ele amplia: 2×0. Nem o gol norte-coreano é capaz de estragar a festa, que só aumenta quando a partida acaba. Carnaval gaúcho em pleno mês de junho.
Pela décima quinta vez em 19 mundiais, o Brasil vence na estreia. Uma vitória apertada, um pouco sofrida. Não por acaso, como a rotina da maioria dos brasileiros. Isso talvez ajude a entender a grande identificação desse povo com sua seleção: a incansável luta pela vitória. "
by Paquita: Parabéns a todos os participantes desse concurso, são pessoas como vocês que podem melhorar a qualidade do jornalismo no Brasil!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
11/07/10
Hoje eu queria escrever muitas coisas. Queria escrever como a vida é bela, que todo problema tem solução, que temos que aproveitar os momentos. Muita gente já sabe, só não se dá conta disso. Queria falar que o amor sempre pode dar certo, desde que ele realmente exista, pois de nada adianta só uma pessoa amar! Amar é realmente para os fracos, pois só com o amor eles se tornam fortes. E vale a pena. Não tenha medo de ser feliz. Talvez hoje eu esteja muito romântica para escrever alguma coisa, mas certamente algum dia isso fará sentido para alguém. Hoje queria soltar o que está dentro de mim, como um pássaro. Voe, meu pássaro, e leve alegria para alguém. Para ser feliz, não precisa motivos. Para ser feliz, só precisa querer.09/07/10
Eu nunca havia presenciado um acidente antes. Mas eu quis ver de perto. Quis ver de perto o que poderia acontecer comigo, com meus amigos, com qualquer pessoa. Quis ver de perto a finitude da vida, a fragilidade do corpo humano, o descaso de muitos e a solidariedade de poucos. A raça humana me intriga. Pude parecer só mais um curioso, pois na ânsia de ajudar acabei não sabendo o que fazer e, portanto, nada fazendo. Mas aprendi. Aprendi que temos que ter cuidado, e que podemos ter esperança. Talvez eu nunca mais visse aquela pessoa, apenas um desconhecido, mas que naquela hora me fez imaginar-me em seu lugar. Quis ver de perto a morte, para aprender a valorizar a vida.09/07/10
É incrível como as pessoas não estão mais acostumadas a lidar com frustrações. Problemas são engolidos simultaneamente com antidepressivos e rapidamente digeridos, sem que cheguem a provocar algum efeito ruim. Tudo tem que estar sob controle, tudo permanece tranqüilo até que a casa cai. A casa cai sim, porque na vida há coisas que não se pode prever, ou até se prevê mas não se acredita que acontecerá, ou acontece por engano, ou o problema não é seu mas jogam-no em suas costas. Você está vivendo muito bem sua paz de espírito artificialmente conquistada, sua pseudofelicidade em seu mundo surreal, quando de repente recebe um baque, que lhe tira de sua zona de conforto. Você não está preparado. Você nunca está preparado. Bem vindo ao mundo real!09/07/2010
Acredito que deveríamos ter, ainda crianças, uma educação voltada para as relações sociais e profissionais. Você pode ser mestre em qualquer área, que se não souber se relacionar com as outras pessoas, dificilmente conquistará seu lugar no mercado. Mas, como disse, nada disso nos é ensinado quando pequenos, por isso alguns só aprendem com a prática, e outros nem com esta conseguem aprender. Não creio que o problema todo esteja na concorrência, pois esta sempre existirá, e cada vez mais. O problema está, sim, em tratar os demais como concorrentes, enquanto na verdade somos todos colegas, trabalhando juntos por um mundo melhor.
08/07/2010
A meu ver, o maior defeito dos capricornianos é que, para eles, tudo tem que ter um motivo. E então eu fico me torturando a procurar o motivo pelo qual eu te amo tanto. Tu não és tudo aquilo que pedi a Deus um dia, como um príncipe encantado que batesse à minha porta oferecendo-me um sapatinho de cristal. Apareceu-me na escola mesmo, e por pouco nem me notou. Não chegou em um cavalo branco, vestindo roupas da realeza, e sim caminhando ao entardecer calçando um par de tênis um tanto velho. Mas eu vi mais que isso em ti. Eu vi alguém como eu: não um personagem de história, mas uma pessoa real com todas suas aspirações e angústias, construindo sua própria história. E por um bom tempo pudemos construir uma história juntos.
Assinar:
Postagens (Atom)